domingo, 1 de maio de 2011
Encaminhe essa ideia!
É tão legal fazer 18 anos, não é? Direitos e deveres são adquiridos ao completar essa idade, com isso, vários desejos podem ser despertados, como tirar a habilitação para dirigir, trabalhar, fazer tatuagens e piercings, comprar objetos e entrar em lugares lícitos apenas para maiores.
Um direito que vai muito além de uma satisfação individual é concedido ao fazer 18 anos e ele tem a capacidade de salva vidas.
Um direito de anjo, eu diria. Por que ele não é tido como prioridade pelo jovem que entra na maioridade? Por que a Secretaria Estadual de Saúde só aciona a mídia quando percebe que os bancos de sangue estão esgotados? E mais, por que a mídia não faz sua parte sem que seja necessariamente acionada?
Essas são perguntas com respostas dolorosas.
Ajude, transmita essa ideia.
* Para doar, você precisa:
→ Ter entre 18 e 65 anos;
→ Peso superior a 50 kg;
→ Não ter contraído hepatite após os 10 anos de idade;
→ Não ter recebido transfusão de sangue ou hemoderivados nos últimos 10 anos;
→ Não ingerir bebidas alcoólicas nas 24h que antecedem a doação;
→ Apresentar documento com foto (Carteira de Identidade ou Carteira de Habilitação);
→ Fazer uma refeição saudável, evitando comidas gordurosas, antes da doação;
→ Gozar de boa saúde (não estar com febres, viroses e outras doenças);
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Comunicate yourself
A humanidade está vivendo uma era na qual a distância não é mais sinônimo de barreira quando o assunto é comunicação. A internet que surgiu na Guerra Fria se tornou, nos anos 90, uma imensa “teia” em que todas as pessoas passaram a se interligar. Apesar de ser considerado o maior meio de comunicação já elaborado pelo homem, que facilita o acesso a dados e informações e habilita à exposição livre de ideias, a internet facilita o cotidiano, o que torna seus usuários a cada instante mais dependentes do computador. Assim, mais amantes da vida cibernética, colocam a vida real em segundo lugar.
Os sites de relacionamento tornaram o correio ultrapassado, os serviços de comunicação interpessoal que possibilitam conversas instantâneas entre pessoas, acostumaram seus usuários a sempre fazer uso de mensagens com menos de 140 caracteres, o que dificulta a transmissão completa de sues pensamentos, transformando longas conversas em falas super reduzidas. Muitas vezes, essa acomodação está refletida nas lacunas existentes no relacionamento entre familiares.
Com a crença de que através da internet as pessoas participam efetivamente do mundo a maioria dos internautas se esquece da sociedade real que acontece enquanto estão online e preferem cultivar e valorizar os laços de amizade construídos pelo “bate-papo”.
Assim, ao invés de facilitar, a internet corta relações, colocando de lado seu objetivo prioritário de diminuir distâncias.Enquanto uma minoria de pessoas ainda a usa para expandir conhecimentos e ultrapassar os limites da comunicação, a maioria se restringe a usá-la para obter uma vida paralela constituída de falsos sentimentos, falsas sensações, falsos amores e falsa liberdade. Essas pessoas pensam que, por participar de sites que dizem carregar ambientes propícios à sociabilidade, podem abdicar da realidade. Vidas são consumidas e valores são perdidos dessa maneira.
Assim, ao invés de facilitar, a internet corta relações, colocando de lado seu objetivo prioritário de diminuir distâncias.Enquanto uma minoria de pessoas ainda a usa para expandir conhecimentos e ultrapassar os limites da comunicação, a maioria se restringe a usá-la para obter uma vida paralela constituída de falsos sentimentos, falsas sensações, falsos amores e falsa liberdade. Essas pessoas pensam que, por participar de sites que dizem carregar ambientes propícios à sociabilidade, podem abdicar da realidade. Vidas são consumidas e valores são perdidos dessa maneira.
domingo, 10 de abril de 2011
Inclusão excludente
Apesar de o escravo do Brasil colonial ter ganhado liberdade em 1888, ele estava destinado a anos de preconceito sem abertura para se inserir na sociedade. Injuriado e sem direitos, o negro lutou para se igualar ao branco e o que se entende hoje é que o povo brasileiro, supostamente amadurecido, já reconhece que a construção do seu país se deve muito a essa etnia.
Esse pensamento acarreta um entendimento dúbio, pois enquanto esse rótulo de perfeita aceitação da diversidade racial é construído, uma imagem totalmente contrária é vista na prática. Não só os negros são discriminados, mas os pobres, os homossexuais, os deficientes físicos e mentais, entre tantos outros, também são.
Durante o tráfico negreiro, realizado na colonização do Brasil, mais de quatro milhões de africanos foram trazidos para cá, cada um de uma parte da África, com crenças, costumes e línguas diferentes. As identidades étnicas que atualmente se estendem por todo o território brasileiro se devem quase que exclusivamente a esse processo de miscigenação, proveniente da colonização, que transformou índios, negros e europeus em mamelucos, mulatos e cafuzos.
O que não dá para entender é como um lugar que é formado por povos tão distintos pode ainda não discernir a desigualdade aparente como algo natural, mas sim usá-la como pressuposto para denominar quem é bom e ruim. O problema acontece quando o próprio homem negro do Brasil, por ter sido alvo de tanta injustiça ao longo da história, se coloca inferiormente perante o branco que, na verdade, não é só branco, é índio, é europeu e negro também.
A ideologia absurda que em dias de tecnologia e “inclusão social” ainda se coloca por aqueles que controlam o mundo, infelizmente, é a diferença camuflada. Os Negros, os pobres, os índios, os deficientes e os homossexuais estão incluídos, sim, estão incluídos no pacote dos excluídos.
O que não dá para entender é como um lugar que é formado por povos tão distintos pode ainda não discernir a desigualdade aparente como algo natural, mas sim usá-la como pressuposto para denominar quem é bom e ruim. O problema acontece quando o próprio homem negro do Brasil, por ter sido alvo de tanta injustiça ao longo da história, se coloca inferiormente perante o branco que, na verdade, não é só branco, é índio, é europeu e negro também.
A ideologia absurda que em dias de tecnologia e “inclusão social” ainda se coloca por aqueles que controlam o mundo, infelizmente, é a diferença camuflada. Os Negros, os pobres, os índios, os deficientes e os homossexuais estão incluídos, sim, estão incluídos no pacote dos excluídos.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Escola (nãocontém) Prisões
A centralização de poder e sistemas ditatoriais fizeram e fazem parte da história
do mundo. Como entender a ascensão de cargos que contam com submissão total do seu povo, apesar da degradação social e da miséria?
A desigualdade entre camadas acarretava injustiças profundas no Feudalismo: o servo não tinha direito ao estudo e estava numa "prisão" que determinava as mesmas condições de exploração e subordinação à Nobreza e ao Clero até o fim de sua vida. Não havia emprego qualificado de acordo com o mérito de cada cidadão: a educação, o respeito e a estabilidade financeira estavam voltados apenas para os herdeiros das famílias ricas.
O trabalhador não reclamaria da distribuição desequilibrada de méritos, se não tivesse conhecimento de meios para uma melhora de vida. Por isso, a forma usada para que essas injustiças fossem "maquiadas" foi a proibição de acesso à escola.
O maior fator que influenciava a mente dos desprovidos de capital e que trouxe aceitação imediata às imposições da sociedade foi a religião. O filósofo e sociólogo Otto Maduro observa em seu livro, "Religião e desigualdade de classes", que há uma sociologia chamada de ingênua que constata e aceita, quase como um fato natural, o tipo de desenvolvimento que rege o destino da nação. – Religiões e modelos políticos são seguidos espontaneamente sem serem questionados.
Os governos, a mídia, a religião, em sua maioria, são grupos que propagam indevidamente ideias para persuadir e administrar a forma de agir das pessoas que não têm conhecimento dos seus direitos. Sem educação elas se tornam maleáveis e são facilmente levadas a aceitar as ideologias estúpidas que esses meios de propagação trazem; ficam presas a sistemas que impõem dependência sem justificativas. E, de uma forma simples e clara, Victor Hugo resumiu: Quem abre uma escola, fecha uma prisão. Seja ela uma prisão de injustiças, desrespeitos ou desigualdades.
do mundo. Como entender a ascensão de cargos que contam com submissão total do seu povo, apesar da degradação social e da miséria?
A desigualdade entre camadas acarretava injustiças profundas no Feudalismo: o servo não tinha direito ao estudo e estava numa "prisão" que determinava as mesmas condições de exploração e subordinação à Nobreza e ao Clero até o fim de sua vida. Não havia emprego qualificado de acordo com o mérito de cada cidadão: a educação, o respeito e a estabilidade financeira estavam voltados apenas para os herdeiros das famílias ricas.
O trabalhador não reclamaria da distribuição desequilibrada de méritos, se não tivesse conhecimento de meios para uma melhora de vida. Por isso, a forma usada para que essas injustiças fossem "maquiadas" foi a proibição de acesso à escola.
O maior fator que influenciava a mente dos desprovidos de capital e que trouxe aceitação imediata às imposições da sociedade foi a religião. O filósofo e sociólogo Otto Maduro observa em seu livro, "Religião e desigualdade de classes", que há uma sociologia chamada de ingênua que constata e aceita, quase como um fato natural, o tipo de desenvolvimento que rege o destino da nação. – Religiões e modelos políticos são seguidos espontaneamente sem serem questionados.
Os governos, a mídia, a religião, em sua maioria, são grupos que propagam indevidamente ideias para persuadir e administrar a forma de agir das pessoas que não têm conhecimento dos seus direitos. Sem educação elas se tornam maleáveis e são facilmente levadas a aceitar as ideologias estúpidas que esses meios de propagação trazem; ficam presas a sistemas que impõem dependência sem justificativas. E, de uma forma simples e clara, Victor Hugo resumiu: Quem abre uma escola, fecha uma prisão. Seja ela uma prisão de injustiças, desrespeitos ou desigualdades.
sábado, 2 de abril de 2011
A resposta
Uma música muito massa que me fez lembrar da postagem anterior, referente à escravidão de povos causada pela falta de educação, foi "Bom senso" de Tim Maia. Saca só:
Já virei calçada maltratada
E na virada quase nada
Me restou a curtição
Já rodei o mundo quase mudo
No entanto num segundo
Este livro veio à mão
Já senti saudade
Já fiz muita coisa errada
Já pedi ajuda
Já dormi na rua
Mas lendo atingi o bom senso
A imunização racional
•ESCUTE:
"A menina que calou o mundo por seis minutos"
Às vezes a gente tenta dizer algo e não consegue. As palavras travam, o silêncio toma conta e tudo continua como estava antes.
No entanto, essa menina do vídeo falou o que num grito de dor e sufoco a terra tenta transmitir.
Esse vídeo é ótimo, não canso de assisti-lo.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
A traça

Segundo uma pesquisa muito ampla, feita por mim mesma à pessoas que vivem em casas normais, a definição mais aplicável para uma traça é que a mesma é um bixo feio, pequeno e que come roupas. Alguém aqui já viu uma traça adulta? Bem, ela não come roupas, mas isso não vem ao caso agora... Por enquanto estamos aqui dispostos a falar da traça em si.
Ao observar uma traça na parede do meu quarto, percebi que ela é mais do que um bixo pequeno, cosegui ver as nuances que ele apresentava, ao mesmo tempo que a tv tocava música boa, o que é muito difícil de acontecer, na minha opinião, claro, a danada da traça se remechia de acordo com o rítmo da música que tocava, e me fazia lembrar dos clipes que meu pai me mostrava com jovens norte-americanos dos anos 60-70 dançando ao som do rock maneiro da época. "Não desista de ler... O texto tá meio doido, mas você vai entender."
Após ver que os pequenos bixinhos que destróem nossas roupas tem uma alma de verdade, fui fazer outra pesquisa: Onde as traças vão parar depois de corroer nossas queridas roupas? Eu fui e encontrei a resposta:
Esses lindos insetinhos, após lutarem para viver contra as chineladas dadas pelos donos dos apartamentos infestados de coisinhas do tipo, acabam passando por um momento de metamorfóse (é isso mesmo!) e depois viram mariposas... Juro que não sabia disso, foi o Sr. Google que me contou.
É, só sabia que algo por trás das traças tinha uma boa mensagem a se tirar.
Se você é ou conhece alguém que seja um bixo feio e que viva se alimentando das coisas dos outros, espere a metamorfóse vir e opite pela transaformação em uma linda mariposa.
Ou então prefira entender assim: A sociedade tende a se mudar de acordo com o meio. Nós sempre nos deparamos com patinhos feios no nosso dia a dia, aqueles que sempre escanteamos sem encarar e despertar seu lado bom e, de uma hora pra outra, notamos que no desespero elas se tornam algo que às vezes nem querem de fato ser, apenas para acompanhar os outros, ou simplismente sobreviver.
Será isso, em sua simplicidade, sempre correto?
Eis a questão...
domingo, 24 de outubro de 2010
Rotinando sentimentos

A frustração rotineira é o inverso da normalidade combinada com a calmaria de um arrepio. Conseguir perceber detalhes e observar ações passaram por um processo de aniquilação causada pela alienação.
O tempo passa devagar, rápido... Nosso corpo tende a não acompanhá-lo, então, os momentos que necessitam de atenção nunca a tem.
Pessoas, lugares, sensações e palavras viram sopros inconstantes.
O vício dessa afetividade exagerada, na verdade, não é o que se pensa... É apenas um jogo em que todos devem dizer "eu te amo" de manhã, de tarde e de noite e que a informalidade da intimidade estrapola os verdadeiros valores de um amigo, irmão.
O mundo não precisa disso. O mundo precisa sim, de verdades ditas e de mais amor.
domingo, 3 de outubro de 2010
Sorte de hoje

Não sou do tipo de pessoa que quando faz o login no orkut presta atenção na "sorte de hoje", mas acabei encontrando algo bem interessante...
Muito já tinha passado pela minha cabeça sobre como esse mundo é injusto, sobre como as pessoas se diferem quando falamos sobre oportunidades... Enquanto umas nascem em berço de ouro, com a vida feita, outras nascem com o amanhã incerto, passando, aparentemente, por mais dificuldades, destacando aí, as desigualdades.
Também confesso que já me veio a ideia de que, nesse mundo, os problemas e as oportunidades são tidas como bençãos e até mesmo punições, variando de pessoa para pessoa.
O cara que se viciou, roubou e matou, tem, quando entra na cadeia, um grande problema, pois sua liberdade não existe mais, mas ele também tem uma grande oportunidade para se melhorar, pois ele é obrigado a conviver e a respeitar as pessoas que alí estão, como ele, passando a ser uma questão de sobrevivência, paciência e perseveraça.
A mulher que não estudou, se preocupou demais com sua beleza física, para conseguir um homem rico que a bancasse, passou a se sentir inferior diante daquela bem sucedida, mais interessante em outro ponto de vista... Toda aquela inveja por não ter condições de ser independente, faz com que ela tenha forças para se tornar alguém melhor.
É claro que quando o brilho ofusca a visão, aqueles que se dizem muito bem de vida, deixam passar a oportunidade de sentir as coisas como são, acabam por reclamar demasiadamente, por nunca terem a concretização de seus sonhos, e é aí que a sorte de hoje volta a aparecer aqui...
"Todos ganham presentes, mas nem todos abrem o pacote."
Tudo que acontece tem uma explicação, nada aqui é em vão, é só desembalar os presentes direitinho.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Teatro

O mundo é o palco dos encontros, das retribuições, das melhorias.
Muito mais do que idealizar, é fazer. O equilíbrio da vida se encontra disperso por entre as pessoas... Enquanto uns amam sem esperar retorno, outros odeiam apenas por odiar.
Por que nós estamos aqui? Quem nos colocou aqui? Como seria se nada existisse?
Não existem respostas se você pensar direitinho, é como se fosse um vácuo, sem cor, cheiro e som.
Estamos aqui porque temos que estar, nos melhorando, ou não, ajudando no melhoramento do outro, ou não, optamos por um "futuro paraíso" sem perceber.
Conseguir conviver com pessoas diferentes é um desafio, não é necessário ter um entendimento amplo para notar.
Muitas pessoas não se dão conta de que, apesar de tantas diferenças, todos nós temos objetivos na vida e somos totalmente iguais quando se pensa filosoficamente.
Há quem pense que juntar patrimônios é primordial, mas também há quem pense que juntar sorrisos é mais importante.
No fim de tudo, o terceiro olho enxerga que o mundo é uma empresa: nós somos os funcionários e o patrão é um ser celestial, onisciente.
Nosso trabalho é administrar o livre arbítrio, mas, os supervisores são exigentes, muitos de nós já foram demitidos.
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